Profile Stalkers: outra praga se dissemina pelos murais do Facebook

Lembra-se do “Who views your profile”? Demorou até, mas outra praga de comportamento semelhante voltou a atacar os murais alheios no Facebook.

O Profile Stalkers promete a mesma coisa do outro aplicativo: mostrar quem está visitando o seu perfil no Facebook. Ele gera uma foto que é publicada com marcações do “Top 10″, o que causa um efeito devastador de poluição do Feed de notícias. A imagem é essa:

Profile Stalkers em ação.

Profile Stalkers em ação.

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Bate-papo do Facebook em barra lateral: explicações e o fator “filter bubble”

Com disponibilidade gradual, o que significa que, talvez, ainda existam usuários do Facebook com o layout antigo, o novo bate-papo, anunciado junto com a vídeo chamada, já chegou aos perfis da maioria.

No meu, ele apareceu anteontem. Desde então observei o comportamento da lista de contatos, as opções e a usabilidade de modo geral. Agora, compartilho minhas impressões e o convido a discuti-las nos comentários. Vamos lá?

O que há de novo no bate-papo do Facebook?

Existem algumas diferenças bem dramáticas nesse novo desenho. A primeira é que, em vez de uma lista flutuante, quase um “popup”, agora a lista de contatos é fixa no lado direito da página.

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Esconda seu email de aplicativos do Facebook

Quando você “instala” um aplicativo no Facebook, o que faz, na realidade, é conceder permissões (ou privilégios) para ele. Essas permissões são divididas em “blocos”, de modo que fica bem claro ao usuário o que o aplicativo em questão acessará exatamente. A lista com todos os “blocos” existentes pode ser lida aqui (em inglês).

Uma das permissões disponíveis para desenvolvedores se chama email e faz exatamente o que você está pensando: informa ao dono do aplicativo o seu email, que pode ser usado para envio de alertas/avisos ou para algo diretamente relacionado ao aplicativo. Descrição oficial:

Concede acesso ao endereço de email primário do usuário na propriedade email. Não envie spam aos usuários. Seu uso do email deve se pautar pelas políticas do Facebook e o CAN-SPAM Act.”

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Um tour pelo Diaspora, o concorrente livre e gente boa do Facebook (+4 convites!)

O começo de 2010 foi complicado para o Facebook. Especialmente nos Estados Unidos, explodiram denúncias e reclamações sobre a forma com que a já rede social mais popular do mundo cuidava da privacidade dos seus usuários.

Opções confusas, mudanças mal recebidas e problemas na liberação de dados e exclusão de contas meio que mancharam a reputação do Facebook por alguns meses. Depois o site se recuperou com a reformulação das opções de privacidade, hoje extremamente flexíveis e fáceis de se configurar, e o lançamento de uma ferramenta para exportar dados do usuário.

Em meio a tempestade, porém, quatro jovens nova iorquinos surgiram com uma proposta simples: criar um concorrente livre do Facebook. Batizaram o projeto de Diaspora e colocaram a ideia no Kickstarter, um site de crowdfunding.

Um começo promissor

Crowdfunding é uma ideia relativamente nova mas com muito potencial. Em resumo, qualquer um pode criar um projeto e estipular um valor “X” para que ele seja realizado. Outras pessoas acessam a página, veem a ideia e, se gostarem, doam uma quantia para o projeto. A maioria oferece mimos aos doadores; quanto maior o valor doado, melhor a recompensa. Se a cota estabelecida for alcançada, o projeto entra em execução. Se não, o dinheiro é devolvido e a vida segue. Aqui no Brasil, um case popular é d’A Banda Mais Bonita da Cidade, que para produzir seu álbum de estreia de maneira independente, aderiu à ideia do crowdfunding através do catarse.

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Como denunciar e bloquear aplicativos no Facebook

Liberdade é uma faca de dois gumes. O lado bom é que abre imensas possibilidades de desenvolvimento, de modo que a alguém que entenda bem de linguagens de programação, API do Facebook e munido de disposição seja permitida a criação e divulgação de aplicativos realmente úteis e/ou encantadores.

Friend Matrix e amigos famosos.Por outro lado… A quantidade de aplicativos que, além de ruins, “poluem” o Feed de notícias do Facebook é grande. Você deve se lembrar de alguns, como o calendário de amigos, a árvore de Natal de amigos e, as novas modas, Bingo Card, que cria uma cartela de bingo (!) dos seus amigos, ¿A que famosos se parecen tus amigos?, que, em tese, descobre seus amigos que se parecem com gente famosa, e Friend Matrix, que cria um mosaico dos seus amigos. Criatividade pode ser uma dádiva, ou como esses exemplos mostram, uma pedra no sapato.

Além de (tentar) conscientizar seus amigos que ainda se deixam levar por essas besteiras irritantes, há mais a ser feito: denunciar o aplicativo por spam e bloqueá-lo. Afinal, como dito ele polui o Feed de notícias e, embora deixe claro na “instalação” que requer poderes para publicar no mural, não avisa quando o fará — o que faz com que muita gente publique “fotos” irritantes sem sequer se dar conta disso.

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Como organizar seus amigos em listas no Facebook e direcionar atualizações, fotos e outras atividades

Ícone de amigos no Facebook.

Amigos: hora de organizá-los em listas.

No Facebook adicionamos e somos adicionados por, basicamente, todos aqueles que conhecemos. Amigos, familiares, colegas de trabalho, colegas de estudo, conhecidos… Um mar de pessoas com quem, apesar de termos ligações com todas, essas não compartilham da mesma intensidade.

Em outros termos, com amigos próximos temos liberdade diversa da mantida com colegas de trabalho. Contextualizando esse aspecto, fotos da galera bêbada no fim de semana são divertidas para quem é próximo. Já no ambiente de trabalho, pegam mal — no mínimo.

Não é de hoje que o Facebook oferece um recurso muito bacana para categorizar e, então, direcionar conteúdo para grupos distintos. São as listas de amigos, que dão trabalho no começo, mas depois de organizadas, facilitam muito nossa vida social-virtual.

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No Irã, Facebook é vigiado e pode dar cadeia

Aqui no Brasil usamos o Facebook e outras redes sociais para acompanhar o que amigos e familiares fazem, publicar algum conteúdo, links legais, fotos do fim de semana… Enfim, um grande passatempo.

Em outras partes do mundo, porém, o Facebook tem papel mais importante — e arriscado. No Irã, o ativista Houshang Fanaian, de 47 anos, passou um ano na cadeia por simplesmente ter acessado o site.

É um caso extremo, mas aponta o nível de vigilância e delicadeza do Facebook nas terras governadas por Mahmoud Ahmadinejad. Lá o Facebook é proibido e vigiado por agentes do governo.

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